“Ouroboros” retoma um problema ainda pertinente: é possível uma relação de afeto sem que um use indevidamente o outro?

OUROBOROS DIVULGAÇÃO ANITA MAFRA e MANOEL MADEIRA Foto de João Santucci

OUROBOROS DIVULGAÇÃO ANITA MAFRA e MANOEL MADEIRA Foto de João Santucci

A peça narra o recorte da vida de um casal. A mulher revela ao seu parceiro sua paixão por outro homem. Apesar disso, seguem morando juntos. Acompanhamos os desdobramentos e conseqüências da presença de um “outro” entre eles e, aos poucos, tomamos conhecimento de seus desejos e reais motivações.

“Ouroboros” retoma um problema ainda pertinente: é possível uma relação de afeto sem que um use indevidamente o outro? E estabelece a proposição de Albert Camus (“Julgar se a vida vale ou não vale a pena ser vivida é responder a questão fundamental…”) como epicentro reflexivo do drama.

 

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