pretty girls

 

Quando foi anunciado que o primeiro single do novo álbum de inéditas da Britney seria com participação da Iggy Azalea eu logo pensei que já seria um sucesso. Iggy é uma das maiores hit makers do momento. Caiu na graça de todas as gerações de idades. E, claro, isso foi um dos motivos que a princesa do Pop e/ou sua equipe pensaram ao convidá-la para esse “feat.”.

Normalmente todo novo single que é escutado pela primeira vez não agrada muito, não coloca muita emoção até surgir o videoclipe e etc. Mas “Pretty Girls” não! Você ouve pela primeira vez e já se contagia com toda a música. Prestei atenção nos comentários pela web, tanto de fãs quantos do povo chato que gosta de azucrinar a empolgação das pessoas. O que percebi foi unânime: todos concordam que o novo single de Spears é incrível, é bom, é um sucesso.

Algumas pessoas comentam que lembra muito “Fancy” e seu instrumental que lavou a mente de todo mundo no Verão passado e surgem os comentários de que é sua versão 2.0. As pessoas deveriam entender que a música, assim como a arte em todas suas vertentes, funciona de momentos e tendências. O momento atual tem em alta esse ritmo grudante que remete a cheerleaders, verão americano, patricinhas e who cares? É bom, tá dando ótimos frutos à música Pop. Então por quê reclamam ao invés de aproveitar? Até pouco tempo atrás uma enxurrada de pessoas reclamava do Pop estar sendo chato, muito eletrônico e sem originalidade. Imploravam pelo retorno da tendência sonora dos 90’s. Quer mais 90’s do que o Xilofone presente no instrumental de “Pretty Girls”, o treble e bass, os vocais únicos e sexys “oh” da Britney e o estalar de dedos?

Essa música me remete muito ao tom urban de “Toxic” o qual é um dos maiores hits de Spears. Se o novo álbum for por esse conceito teremos mais uma grande obra para o Pop assim como foi o icônico “In The Zone” que teve single de estreia o “feat.” com Madonna. Agora é torcer para haver uma boa promoção da música e divulgação das artistas com performances. Já temos uma agendada que é no “Billboard Music Awards”. A tendência é que esse “vazamento” da música na Internet faça as vendas subirem no iTunes e as audiências nas rádios aumentarem fazendo a música subir nos charts, principalmente o da Billboard que é uma importante referência. Com o clipe sendo lançado poderá ser o selo do sucesso, pois videoclipes sempre aumentam a popularidade das canções.

Spears prova mais uma vez o que lá atrás foi constatado: ela é personificação de Fênix. Após o flop do álbum “Britney Jean” temos um primeiro single super poderoso que nem foi lançado oficialmente e já é sucesso em todo mundo. Isso é poder. Isso é Britney, bitch.

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