Aguenta eu dizer que tem muita gente má nesse mundo.

Gente inescrupulosa.

Ignorante.

Como tem gente medíocre.

Que não quer crescer.

Gente que faz apologia a burrice para se justificar.

Emocionalmente fraca.

Gente agressiva.

Sem perdão.

Sem gratidão.

Que não pede desculpas.

Que teme o erro.

Que culpa o outro.

Que não se desculpa.

Que treme diante da possibilidade de ser desmascarada e agride.

Que equilibra por baixo.

Que só quer ganhar.

Que pisa mesmo.

Foda-se.

Gente escrota.

Pequena.

Que ri de quem evolui.

E ‘desdém’ dos melhores.

Que impede a qualidade.

Porque não tem.

A humanidade precisa trabalhar muito, e rápido para que pessoas como Millôr Fernandes, Oscar Niemeyer e agora Manoel de Barros não morram nunca. E não me venham com aquela conversa de que “ele foi para um melhor lugar”, “que o céu está mais rico”, “etc e tal”, que esse tipo de gente faz falta é aqui. Não é justo que todo sujeito tenha que morrer só porque ficou velho. Também não me venham com aquela conversa de que “imagina como seria se ninguém morresse”. Minha proposta é simples, e basta que a humanidade dirija seus esforços para isso, gaste mais tempo e dinheiro nessa direção do que se matando. Proponho um sistema de honraria que não precisa ser para todo mundo. É que a maioria pode morrer de velhice que não tem problema nem para si nem para ninguém. Mas tem gente que não, não pode morrer. Serão elegidos a categoria Honor, eleitos eticamente, considerados necessários a humanidade. Isso existe, eu sei bem a diferença entre meu pai que morreu aos oitenta bem cumpridos, e o Millôr. Vida eterna para os que fazem a diferença. Se essa lei já estivesse valendo teríamos Mozart, Tolstoi, Beethoven, Gandhi, Nietzsche, Jesus quem sabe, Sócrates, Fernando Pessoa, faz sua lista, passeando no calçadão! A partir de hoje, aquele que for alçado a Patrimônio Histórico da Humanidade, passa a ser tombado, e ganha o direito de morrer quando achar que não tem mais nada a contribuir com a evolução da espécie. Está decidido. Pronto.

A humanidade precisa trabalhar muito, e rápido para que pessoas como Millôr Fernandes, Oscar Niemeyer e agora Manoel de Barros não morram nunca. E não me venham com aquela conversa de que “ele foi para um melhor lugar”, “que o céu está mais rico”, “etc e tal”, que esse tipo de gente faz falta é aqui. Não é justo que todo sujeito tenha que morrer só porque ficou velho. Também não me venham com aquela conversa de que “imagina como seria se ninguém morresse”. Minha proposta é simples, e basta que a humanidade dirija seus esforços para isso, gaste mais tempo e dinheiro nessa direção do que se matando. Proponho um sistema de honraria que não precisa ser para todo mundo. É que a maioria pode morrer de velhice que não tem problema nem para si nem para ninguém. Mas tem gente que não, não pode morrer. Serão elegidos a categoria Honor, eleitos eticamente, considerados necessários a humanidade. Isso existe, eu sei bem a diferença entre meu pai que morreu aos oitenta bem cumpridos, e o Millôr. Vida eterna para os que fazem a diferença. Se essa lei já estivesse valendo teríamos Mozart, Tolstoi, Beethoven, Gandhi, Nietzsche, Jesus quem sabe, Sócrates, Fernando Pessoa, faz sua lista, passeando no calçadão! A partir de hoje, aquele que for alçado a Patrimônio Histórico da Humanidade, passa a ser tombado, e ganha o direito de morrer quando achar que não tem mais nada a contribuir com a evolução da espécie. Está decidido. Pronto.

“Sigam-me os bons” – Chapolin Colorado

 

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